Interações de Ginkgo biloba

O ginkgo é mais conhecido por somar-se ao risco de sangramento com anticoagulantes.

Ginkgo biloba tem 25 interações documentadas nas bulas da FDA e nas fichas informativas que indexamos (graves: 0; moderadas: 25; leves: 0; casos em que uma bula relata não haver interação significativa: 0). Cada item abaixo cita a frase em que se baseia. Esta página (categoria: Fitoterápicos e suplementos) é um ponto de partida, não um veredito para a sua situação.

Interações segundo a bula

Interações moderadas (25)

  • O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • Ácido acetilsalicílico + dipiridamolantiagregante plaquetárioModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • ApixabanaanticoagulanteModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • ArgatrobanaanticoagulanteModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • BivalirudinaanticoagulanteModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • Cangrelorantiagregante plaquetárioModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • Cilostazolantiagregante plaquetárioModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • Clopidogrelantiagregante plaquetárioModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • DabigatranaanticoagulanteModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • Dipiridamolantiagregante plaquetárioModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • EdoxabanaanticoagulanteModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • EnoxaparinaanticoagulanteModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • Eptifibatidaantiagregante plaquetárioModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • Flibanserinadepressor do SNCModerada

    Multiple Concomitant Weak CYP3A4 Inhibitors Concomitant use of multiple weak CYP3A4 inhibitors that may include herbal supplements (e.g., ginkgo, resveratrol) or non-prescription drugs (e.g., cimetidine) could also lead to clinically relevant increases in flibanserin concentrations that may increase the risk of hypotension and syncope [see Drug Interactions (7)… (bula de Flibanserina, Advertências e precauções)

  • FondaparinuxanticoagulanteModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • HeparinaanticoagulanteModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • LomitapidaModerada

    Weak CYP3A4 Inhibitors Weak CYP3A4 inhibitors (such as alprazolam, amiodarone, amlodipine, atorvastatin, bicalutamide, cilostazol, cimetidine, cyclosporine, fluoxetine, fluvoxamine, ginkgo, goldenseal, isoniazid, lapatinib, nilotinib, pazopanib, ranitidine, ranolazine, ticagrelor, zileuton) can increase lomitapide exposure approximately 2-fold [see Clinical Pharmacology… (bula de Lomitapida, Interações medicamentosas)

  • O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • Prasugrelantiagregante plaquetárioModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • RivaroxabanaanticoagulanteModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • Ticagrelorantiagregante plaquetárioModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • Tirofibanaantiagregante plaquetárioModerada

    O Ginkgo biloba pode aumentar o risco de sangramento quando tomado com medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. (NCCIH, Ginkgo)

  • VarfarinaanticoagulanteModerada

    Some botanicals may cause bleeding events when taken alone (e.g., garlic and Ginkgo biloba) and may have anticoagulant, antiplatelet, and/or fibrinolytic properties. (bula de Varfarina, Interações medicamentosas)

Verifique Ginkgo biloba com tudo o que você toma. Adicione sua lista completa; todos os pares são verificados de uma vez.

Abrir no verificador

Não é aconselhamento médico. A gravidade reflete a redação da bula, não as suas circunstâncias. Um alerta “grave” pode ser rotina sob supervisão, e um “leve” pode ser importante em doses altas. Pergunte a um farmacêutico.